Josiane Lima

Tuesday, May 09, 2006

O filme Código Da Vinci e as críticas da Igreja Católica


O livro Código Da Vinci após torna-se um fenômeno, apresentando a milhões de leitores um mundo misterioso no qual Leonardo Da Vinci codificou significados ocultos nos seus quadros. O livro vendeu tanto, que logo virou filme, o que é muito bom para quem ainda não leu o livro! Com direção de Ron Howard, e um eleco que conta com Andrey Tatou, Tom Hanks, Jean Reno, Ian McKellen e Alfred Molina, o filme estréia no dia 19 de maio. O público está ansioso para assistir esse filme que tem como gênero Suspense.

O filme apresenta símbolos estranhos que estão esculpidos numa remota capela escocesa e a Igreja Católica em uma antiga sociedade secreta continuam a travar uma batalha velha de séculos para obterem o controle do derradeiro prémio: o Santo Graal. O filme trata da morte misteriosa do curador do Louvre, que pertencia ao Priorado de Sião, uma sociedade secreta, e guardava o segredo do Santo Graal e de mensagens cifradas sobre o assunto que estariam nas obras de Leonardo Da Vinci. Este não seria um cálice, como se buscava na Idade Média, mas a própria Maria Madalena, que teria casado com Jesus e constituído uma linhagem carnal. A partir deste assassinato se desenvolve toda a trama.

Pórem, o Vaticano intensificou sua ofensiva contra o filme "O Código Da Vinci" nesta sexta-feira, dia em que uma autoridade próxima ao papa Bento 16 acusou o livro homônimo de conter várias mentiras anticristãs e convocou os católicos a boicotar o filme. Este mais recente ataque, partiu do arcebispo Angelo Amato, o número dois no órgão doutrinário do Vaticano, comandado por Bento 16 antes de ele ser eleito papa, no ano passado.

Amato, em declarações dadas durante uma conferência católica realizada em Roma, disse que o livro era "profundamente anticristão" e que estava "cheio de
calúnias, ofensas e erros históricos e teológicos a respeito de Jesus, dos
Evangelhos e da Igreja". O arcebispo ainda acrescentou: "Espero que vocês boicotem o filme".

Amato disse que o livro, escrito por Dan Brown, foi um imenso sucesso em parte
por causa da "extrema pobreza cultural de um bom número de cristãos fiéis". O
livro vendeu mais de 40 milhões de cópias no mundo todo. O romance gira em torno de um caso internacional de assassinato centrado nas tentativas de se descobrir um segredo sobre a vida de Cristo, segredo esse que uma sociedade obscura tenta proteger há séculos. A maior revelação do livro é a de que Jesus teria se casado com Maria Madalena e teria tido filhos com ela.

Ao discursar na sexta-feira, Amato afirmou que os cristãos deveriam mostrar-se
mais ativos na "rejeição de mentiras e de difamações gratuitas". Segundo o arcebispo, "se tais mentiras e enganos tivessem sido dirigidos contra o Alcorão ou o Holocausto, eles teriam provocado, justificadamente, um levante mundial. Porém, quando são dirigidos contra a Igreja e os cristãos, propagam-se impunemente".

Assista o trailler do filme.







Sunday, April 23, 2006

Resenha Grau A

No texto “Cultura da Interface”, o autor Steven Johnson faz uma análise e explica que a interface não auxiliou apenas na forma que escrevemos, mas também, influenciou na forma de pensarmos um texto. Johnson cita as mudanças na vida do usuário, como a manipulação com mouse, a resolução da imagem, que de repente o usuário sente-se aclimatado com a maquina e não precisa mais brigar com o software.

Ele afirma que a interface gráfica desempenhou um papel decisivo na criação do grandioso mercado hoje existente para aplicações de processamento de textos, um mercado atraído não só pela funcionalidade dos produtos como por sua “atmosfera”.
O que não se trata do software ter acumulado mais possibilidades. Ele também ficou mais sedutor, mais convidativo.

Johnson explica que a tendência é maior que os recordes de vendas batidos pela WordPerfect e Microsof Word, é das pessoas ficar mais a vontade com os seus processadores de textos com o correr do tempo, à medida que a interface com usuário fica cada vez mais sofisticada. A efemeridade de certos formatos digitais , sendo o e-mail o exemplo mais obvio, também criou um estilo de escrita mais descontraído, mais coloquial, uma fusão de carta escrita com conversa por telefone. Conforme salienta o autor a revolução textual poderá certamente ser o grande salto à frente no design de interface do século XXI.

Já no texto “O que é virtual?”, de Pierre Lévy é citado que graças às técnicas de comunicação e de telepresença estamos, todos, ao mesmo tempo aqui e lá. Ele começando analisando a percepção, que tem o objetivo o mundo. Essa função é externalizada pelos sistemas de telecomunicação. O telefone para audição, a televisão são para a visão, os sistemas de telemanipulações para o tato e a interação sensório-motora, todos esses dispositivos virtualizam os sentidos. E ao fazê-lo, organizam a colocação em comum dos órgãos virtualizados.

As máquinas fotográficas, as câmeras e os gravadores proporcionam sensações de outra pessoa, em outro momento e outro lugar. Os sistemas ditos de realidade virtual ns permitem experimentar, além disso, uma integração dinâmica de diferentes modalidades perceptivas. Podemos quase reviver a experiência sensorial completa de outra pessoa. A virtualização do corpo incita às viagens e a todas as trocas, como por exemplo, os transplantes criam uma grande circulação de órgãos entre os corpos humanos.

O autor explica que desde suas origens mesopotâmicas, o texto é um objeto virtual, abstrato, independente de um suporte específico. Essa entidade virtual atualiza-se em múltiplas versões, traduções edições, exemplares e cópias. Deve-se entender texto no sentido mais geral: discurso elaborado ou propósito deliberado. Já o hipertexto tem o efeito de hierarquizar e selecionar áreas de sentido, tecer ligações entre essas zonas, conectar o texto a outros documentos, arrimá-lo a toda uma memória que forma como que o fundo sobre o qual ele se destaca e ao qual remete, são entre outras as funções do hipertexto informático.

Lévy conclui que convém não confundir o texto nem com o modo de difusão unilateral que é a imprensa, nem com o suporte estático que é o papel, nem com a estrutura linear e fechada das mensagens. A cultura do texto, com o que ela implica de diferido na expressão, de distancia crítica na interpretação e de remissões cerradas no interior de um universo semântico de intertextualidade é, ao contrario, levada a um imenso desenvolvimento do novo espaço de comunicação das redes digitais.

Tuesday, March 28, 2006

Versões da Queda

Fazendo uma análise geral sobre a saída de Antônio Palocci do Ministério da Fazenda, percebe-se claramente que a oposição está conseguindo chegar no presidente Lula, afinal já conseguiu derrubar seus poderosos ministros sobrando apenas a ministra Dilma Rousseff. Conforme afirmou ontem Franklin Martins no Jornal da Globo, “ Ele não pediu demissão, foi demitido”. A repercussão foi grande não só na imprensa brasileira, mas também na internacional, e lógico, foi de várias formas.

No site do IG, a matéria publicada faz questão de colocar uma pimenta na relação ou amizade entre o presidente Lula e o ex-ministro, fazendo intrigas como “Palocci se despede do governo com discurso rancoroso”. Já a boa e velha amiga Globo, mostrou discurso de Palocci “Saio com a mesma humildade que vim”. O site do Terra tem praticamente a mesma forma de abordar os temas como este: “ Palocci diz que não levará mágoa nem ódio no coração”.

O site da Folha parece ser a linha mais neutra na forma de cobrir o fato ocorrido, como manchetes como “Palocci admite erros, nega ato ilegal e critica oposição feroz”. Ele relata as afirmações do ex-minitro “sai do governo tranqüilo e certo de que não praticou nenhum ato contra a lei, a Constituição e a democracia”. E também “De acordo com Palocci, durante o período em que esteve no Ministério da Fazenda, ele cumpriu com seu dever com o Brasil e respeitou "as pessoas, as leis e o progresso das instituições".

A tecnologia dos displays de plasma

Os Displays de plasma são dispositivos baseados na tecnologia de painéis de plasma (PDP, Plasma Display Panel), que foi aprimorada na última década tendo em vista o mercado da televisão de alta definição. As telas de plasma não são utilizadas atualmente em câmeras de vídeo, nestas somente são utilizadas telas dos tipos Tubo de Raios Catódicos (CRT) e monitores de cristal liquedo (LCD). Displays de plasma são totalmente planos, possuem alta resolução, com excepcional reprodução de cores e são normalmente fabricados em proporções de tela diferentes das encontradas em CRTs, geralmente 16:9 (widescreen), proporção esta de imagem definida como padrão para HDTV. São também painéis finos, assim como os do tipo LCD, ocupando pouco espaço, uma vez que não é necessário nenhum volume atrás do mesmo, como nos aparelhos do tipo CRT (que precisam desse volume para os canhões de elétrons).
Displays de plasma utilizam substâncias gasosas (xenon e neon) contidas em células minúsculas, que agem como lâmpadas fluorescentes microscópicas, emitindo luz ao receberem energia elétrica. Cada célula é revestida em sua base interna por uma substância que emite luz ao ser estimulada por algum tipo de radiação, como o feixe de elétrons no CRT, ou a radiação ultravioleta, como na célula de plasma. Esta radiação ultravioleta é liberada pelos gases contidos na célula quando os mesmos recebem eletricidade. Portanto, ao contrário do painel do tipo LCD para uso em displays, o painel de plasma emite luz própria e não necessita iluminação por trás, no caso o backlight.
A primeira empresa a comercializar telas de plasma foi a Fujitsu em 1997, desenvolvidas utilizando tecnologia criada inicialmente pela IBM 25 anos antes. Ao contrário dos displays LCD, que possuem ângulo de visão inferior ao dos CRT, os displays de plasma possuem ângulo de visão ainda maior do que o dos CRTs (160 graus). Um dos motivos é devido ao fato de cada célula ser iluminada individualmente, no LCD existe uma iluminação geral traseira. Este fato também confere grande brilho à imagem e facilita a confecção de telas planas com dimensões maiores do que as de LCD. Quanto à qualidade da imagem, a mesma fica bem próxima à dos melhores aparelhos do tipo CRT.

Tuesday, March 14, 2006


Mulher de Peixe... peixe é
Em águas paradas não dá pé
Porque desliza como a enguia
Sempre que entra numa fria.
Na superfície é sinhazinha
E festiva como a sardinha
Mas quando fisga um namorado
Ele está frito, escabechado.
É uma mulher tão envolvente
Que na questão do Paraíso
Há quem suspeite seriamente
Que ela era a mulher e a serpente.
Seu Id: aparentar juízo
Seu Ego: a omissão, o orgulho
Sua pedra astral: a ametista
Seu bem: nunca ser bagulho
Sua cor: o amarelo brilhante
Seu fim: dar sempre na vista


A MULHER E O SIGNO QUE A REPRESENTA
( Vinícius de Moraes )



"As flores de plástico não morrem..."

M. Monte

Ter ou não ter um blog?


Quem me conhece sabe que a dúvida é um fator que está intrínseco em mim! Por isso sempre me questionei ter ou não ter um blog? Não gosto de ficar me auto descrevendo, de expor meus hábitos, defeitos e qualidades, prefiro que as pessoas conheçam pessoalmente e tirem suas próprias conclusões, sejam elas boas ou ruins!
Acabei me rendendo ao blog, devido a minha faculdade, faço Jornalismo e exite uma matéria chamada Jornalismo On Line que nos ensina a fazer isto! Sim, isto que você está lendo, o meu blog.